NOTICIAS SOBRE A BAIXADA.

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

FAMÍLIA PROTESTA NA DHBF E PEDE INVESTIGAÇÃO DE HOMICÍDIO EM NOVA IGUAÇU

A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense parece não estar dando conta das demandas que chegam diariamente à unidade. Este é o pensamento de parentes e amigos de Matheus Ribeiro, de 18 anos, assassinado com um tiro na cabeça, no bairro Austin, em Nova Iguaçu, no dia 12 de março. Ontem, dezenas de pessoas fizeram uma manifestação em frente à DHBF, para cobrar agilidade na resolução do caso.
A mãe da vítima, Flaviana Riberio, disse que até hoje nenhum parente foi convocado para prestar depoimento, assim como as testemunhas conhecidas. Então, acreditando que as investigações ainda não tenham sido iniciadas, resolveram fazer uma manifestação pacífica e exibiram faixas e cartazes com os dizeres “pedimos justiça”. Segundo ela, o objetivo é não deixar que o caso não caia no esquecimento.
De acordo com a família, no momento do crime Matheus estava com um amigo, que conseguiu sair do carro – um Hyundai HB20 S – e escapar do local a pé. “Ele disse que estavam no viaduto de Austin, sobre a Rodovia Presidente Dutra, quando foram abordados por homens armados que mandaram parar o carro e, antes mesmo que pudessem reagir, dispararam contra o Matheus. Na hora fomos informados que ele sofreu um acidente e estava no Hospital. Lá, ficamos sabendo que ele foi baleado na cabeça, mas depois recebemos uma nova informação”, disse a tia Edlena Ribeiro.
Matheus, na verdade, recebeu um tiro na parte de trás da cabeça, fato este que desmente a versão de que a bala teria sido frontal. Essa divergência de informações e incerteza dos fatos é o que tem intrigado a família. Além disso, Edlena questiona qual o motivo de o carro e a vítima terem sido removidos do local do crime antes da perícia, sendo conduzidos para o Hospital da Posse, quando finalmente o veiculo foi periciado.
Após a manifestação, os pais de Matheus Ribeiro foram recebidos por agentes da DHBF, onde permaneceram por toda manhã para saber sobre o andamento das investigações. A equipe de reportagem do Jornal de Hoje tentou contato com o delegado responsável pelo caso, mas até o fechamento desta edição não obteve respostas.
Relatos de tristeza
Daniela Soares, de 18 anos, disse que namorava Matheus havia quatro anos e que ele era uma pessoa tranquila. “Ele estava muito feliz em ter começado a faculdade de odontologia há pouco tempo. Era muito paciente, companheiro e amigo de todos, não tinha problemas com ninguém. Estávamos sempre em família. Não consigo acreditar o que aconteceu”, disse emocionada.
Já a avó, Maria Helena Ribeiro, muito apegada a Matheus, ainda busca forças para seguir a vida sem o neto. “A gente era muito unido porque sempre moramos perto um do outro. Tínhamos um vínculo muito forte. Ele era uma pessoa que não fazia mal a ninguém e não se envolvia em briga. Não consigo imaginar o que tenha causado essa maldade”, desabafou.
Por: Erick Bello
via: jornal de Hoje

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

‘Serial killer’ que matou 43 pessoas na Baixada vai a júri

BAIXADA - Sailson José das Graças, que confessou ter matado 43 pessoas na Baixada Fluminense, vai a julgamento pelo Tribunal do Júri. O réu foi pronunciado em dois processos pelos homicídios de Fernanda da Silva Hazelman, de seu filho, o bebê Pedro Hazelman dos Santos, e de Paulo Vasconcellos. Neste último crime, Sailson teria sido ajudado por sua companheira, Cleusa Balbina de Paula, que também foi pronunciada para ir a júri. 

A decisão é do juiz titular da 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, Alexandre Guimarães Gavião Pinto. No processo que responde pelas mortes de Fernanda e do bebê Pedro, ocorridas em fevereiro de 2010, Sailson confessou que seguiu a vítima, entrou em sua residência, no bairro de Santa Rita, em Nova Iguaçu, e a matou por asfixia. Como o bebê começou a chorar, ele decidiu matá-lo aplicando 14 facadas. 

Já no processo em que foi denunciado junto com Cleusa pelo assassinato de Paulo Vasconcellos, morto em novembro de 2011, no bairro do Amaral, também em Nova Iguaçu, os dois são acusados de terem praticado o crime por causa de uma dí- vida de R$ 40,00 que a vítima teria com a Cleusa.


Via HoraH


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Polícia divulga imagem de suspeito de matar Produtor Cultural ( Adriano Cor) de Belford Roxo

Suspeito tem 19 anos

BELFORD ROXO - A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) divulgou nesta quarta-feira (12) imagens de André Luis dos Santos Vieira, de 19 anos. Ele é suspeito de ter matado o produtor cultural Adriano da Silva Pereira, em julho, e está foragido, após a Justiça expedir um mandado de prisão temporária. A motivação, segundo as investigações, foi homofóbica.

"Ele (André) dizia para as testemunhas que não gostava de homossexuais. O André criou um flerte com o Adriano para criar uma situação em que eles estivessem sozinhos e ele pudesse agredi-lo", disse o delegado, que conta com a divulgação das fotos para prender André.

"Precisamos disso para prendê-lo", garantiu o delegado titular da DHBF, Fábio Cardoso.

Segundo as investigações, Adriano estava indo para Nova Iguaçu se encontrar com amigos. Em uma casa noturna no centro de Nova Iguaçu, Adriano conheceu André Luis e dois amigos que estavam em um carro na rua Coronel Francisco Soares.

"Eles foram juntos para outro local em Nova Iguaçu. Fora do carro, ao saírem, o André e o Adriano se desentenderam, e o André deu um golpe no rosto dele. Depois, ele ainda deu vários socos no rosto do Adriano. A motivação foi totalmente homofóbica", disse o delegado. Segundo ele, Adriano, quando foi atingido, ainda perguntou para André: "O que eu fiz para você?".


Carro utilizado para matar dançarino
Testemunhas que estavam com ele no momento da agressão contaram que um dos rapazes que estava no carro impediu que a agressão continuasse, já que Adriano estava desmaiado. André, no entanto, viu que no carro havia uma chave de fenda. O suspeito, então, ficou em cima do corpo de Adriano e deu vários golpes com a chave de fenda. André ainda queria que os dois amigos passassem com o carro em cima do dançarino. Com a recusa deles, André jogou o corpo no valão em Cabuçu e foi embora.

Perfil

Adriano não tinha vergonha de usar roupas femininas. Artista e produtor, às vezes saía de casa, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, de vestido. "Roupa não tem gênero", costumava dizer aos amigos. Em meio ao perfil comum de mulatas do carnaval carioca, ele foi o primeiro dançarino do bloco Tambores de Olokun. Frequentemente, Adriano usava maquiagem e esmalte. Ao sair de casa em um domingo de julho, ele foi esfaqueado e espancado.



Via G1

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Homem foi assassinado no Xavantes, em Belford Roxo

BELFORD ROXO - Um homem, ainda não identificado, foi assassinado, no bairro Jardim Xavantes, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na madrugada desta sexta-feira (7).  As  informações foram confirmadas pela Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). 
A especializada informou, ainda, que irá realizar nesta manhã buscas pelo suspeito do crime assim como a perícia no local. Testemunhas também devem ser ouvidas nas próximas horas.
Via: Manchete Online

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Tayenne: laudo do corpo deve sair esta semana



BELFORD ROXO - A Polícia Civil espera receber, ainda esta semana, o laudo do corpo de Tayenne Rodrigues Pereira Abreu, de 22 anos. A jovem foi assassinada na manhã do dia 1º, quando voltava para casa depois de ter passado o réveillon na Praia de Copacabana. Ela foi baleada duas vezes na cabeça, a cerca de 500 metros da porta de casa, no Centro de Belford Roxo.

Segundo o delegado Wellington Vieira, o documento é importante para ajudar a definir a motivação do crime, que, até o momento, está sendo tratado pela polícia como latrocínio (roubo seguido de morte):

— Ele vai revelar a que distância o atirador estava da vítima. Se o tiro foi dado com a arma encostada na cabeça da Tayenne, por exemplo, a nossa principal linha de investigação perde a força, e passamos a considerar a hipótese de execução.

Sobre o cartão RioCard que foi encontrado junto ao corpo da vítima, Wellington afirmou que pode ser uma peça importante para resolver o caso:

— Se estamos considerando o roubo, é de se estranhar que o cartão tenha ficado com ela. Vamos juntar esse dado ao quebra-cabeças.

Até o momento, a polícia recebeu quatro denúncias sobre os assassinos da jovem.

— Todas dizem que os criminosos são da favela do Castelar. Vamos analisar essas informações com calma — diz Vieira.


SERVIÇO Denúncias podem ser feitas pelo 2253-1177 ou pelo Whatsapp, em 96802-1650

Via Extra


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Moradora de Belford Roxo foi estuprada na frente do filho de 2 anos pelo Serial Killer da Baixada


BELFORD ROXO - "Cala a boca que você vai morrer". Essas foram as palavras de Saílson José das Graças – suposto serial killer da Baixada Fluminense – a uma mulher de 22 anos, moradora de Belford Roxo, que disse à polícia ter sido estuprada pelo criminoso, na frente do filho de 2 anos. Ela é mais uma das vítimas do homem que confessou ter assassinado 43 pessoas nos últimos nove anos.



A vítima disse que escapou da morte por pouco. Em depoimento na Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), ela revelou que, no dia 29 de outubro, Sailson invadiu a casa dela por volta de seis da manhã. Como mostrou o RJTV deste sábado (13/12), o criminoso teria empregado os mesmos métodos que confessou usar com todas as outras vítimas: estrangulamento e facadas.

"Não falou nada. Só fez o ato e falava 'cala a boca, cala a boca... você vai morrer. Cala a boca que você vai morrer'. E na hora das facadas, ele falou: 'eu vou matar você'. Mais nada. Ele é frio", disse a vítima.

Foram 40 minutos de horror. A vítima levou facadas nos ombros, no peito e no pescoço. Segundo ela, Saílson ameaçou também estrangular o menino de dois anos. A mulher tem certeza que seu agressor é Saílson. "Não tenho dúvida nenhuma. É ele. Ele acabou com a minha vida, destruiu a minha vida, meu psicológico", disse a mulher.
A vítima esteve na delegacia na sexta-feira (12) mas não pode reconhecer Saílson pessoalmente porque ele já tinha sido levado para a Polinter.

A polícia agora espera que novas vítimas procurem a delegacia para que os investigadores possam checar se a descrição dos crimes coincide com aqueles que Saílson já confessou. Até este sábado, já tinham sido identificadas sete pessoas que podem ter sido mortas pelo assassino, além de duas vítimas que conseguiram sobreviver. Os investigadores ainda apuram mais dois casos que são semelhantes aos crimes relatados pelo bandido.

Vítimas tinham o mesmo perfil

A maioria das vítimas tinha o mesmo perfil: mulheres brancas, moradoras da Baixada Fluminense. Quatro homens teriam sido mortos por encomenda. O criminoso confessou ainda ter assassinado uma criança – o único crime do qual diz se arrepender.

"A confissão é relativa. No inquérito policial, a gente usa provas materiais. Então, a gente dá uma ênfase muito grande nestes trabalhos e estes inquéritos policiais estão sendo trabalhados aqui na delegacia, não estão sendo baseados só na confissão, em outros elementos que levam a crer o envolvimento deles no crime", disse o delegado responsável pelo caso.

Cleusa Balbina de Paula e o ex-marido dela, José Messias, foram levados para penitenciárias do estado. Eles são acusados de terem encomendado alguns dos crimes cometidos Saílson. Neste sábado (13), Sailson deve ser levado para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste.

Vizinhos de Sailson se mostraram chocados com as revelações sobre os crimes que ele teria cometido. Para os moradores do bairro Corumbá, Sailson era um homem tranquilo. Ele mantinha um perfil em uma rede social em que aparecia sempre sorrindo. De família religiosa e pai de um menino de oito anos, era aparentemente alguém acima de qualquer suspeita.


Criminoso frio

Negro, jovem, muito frio e tranquilo, Sailson contou que só matava mulheres brancas, louras ou morenas. "Negra, da raça, não, porque é da família", disse.

Para Cleuza, ele costumava dizer: "Vou sair para a caçada", de acordo com depoimentos. Segundo a investigação, ela sustentava Sailson e pagava pelos crimes encomendados dando dinheiro, roupas e comida.

Ameaça de agressão

De acordo com um sobrinho de Fátima Miranda, vizinha e uma das vítimas de Sailson, assim que os moradores do bairro Corumbá souberam das mortes, quiseram linchar o trio (Sailson, Cleuza e o ex-marido dela).

"Para mim a cadeia é pouco. É um alívio saber que ele está preso, mas não é tudo. Ele matou uma pessoa que gostava de viver. Na vizinhança ficou todo mundo revoltado", afirmou Cristiano Moraes dos Santos, 30 anos, Ainda segundo o rapaz, o trio era conhecido na vizinhança por levar as pessoas para o bar, embebedar e depois roubar. "Ela levava para o bar e ele vinha depois para roubar", afirmou Cristiano, lembrando que na noite em que sua tia foi morta eles entraram na casa com a desculpa que precisavam guardar a bicicleta.


Segundo o delegado titular da DH, Pedro Henrique Medina, é importante que parentes de desaparecidos e de pessoas estranguladas compareçam para prestar depoimento. "Estamos tentando fazer uma conexão dos fatos", afirmou.

Sobre o fato do suposto serial killer ter cometido tantos crimes ao longo de nove anos sem nunca ter sido preso por isso, o delegado afirma que o espaço de tempo é muito grande e que em nenhum momento a polícia estabeleceu qualquer conexão entre os crimes. "Ele observava, tentava estabelecer locais ermos, prestava atenção nas câmeras para burlar essa vigilância e não ser pego", afirmou Medina. lembrando que Cleuza era amiga de sua tia.

Assista o vídeo abaixo:

 


Via G1

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Suspeito é preso num ferro-velho em Belford Roxo



BELFORD ROXO - Um suspeito foi autuado por receptação na Divisão de Homicídios da Baixada na tarde de anteontem. Ele foi capturado num ferro-velho por agentes da especializada, no Centro de Belford Roxo, após uma pessoa reconhecer o carro que havia sido roubado de um amigo no último domingo, em Nova Iguaçu, próximo ao Top Shopping. O homem fez a denúncia na DH.

Via Extra
Foto ilustrativa