MESQUITA- Os servidores de Mesquita decidiram fazer mais um protesto contra o atraso dos salários. Na tarde desta quarta-feira (14), eles invadiram a prefeitura e levaram um caixão para o gabinete do prefeito Rogelson Sanches Fontoura, o Gelsinho Guerreiro (PRB).
Dentro do caixão, colocaram uma foto do alcaide e algumas velas em memória do "morto". A turma diz que o moço anda sumido desde que perdeu a reeleição para o novato Jorge Miranda (PSDB).
Os servidores não recebem desde outubro. Eles afirmam que faltam merenda nas escolas e materiais básicos nos postos de saúde. e outros setores da administração municipal.
Os organizadores do movimento dizem que ficarão até o fechamento da prefeitura. Se não houver um posicionamento sobre pagamento de salários, prometem voltar amanhã.
NOTICIAS SOBRE A BAIXADA.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
quarta-feira, 11 de março de 2015
Protesto interdita a Rodovia Washington Luiz em Duque de Caxias

DUQUE DE CAXIAS - Cerca de 200 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizaram na manhã desta quarta-feira um ato em favor da reforma agrária na rodovia BR-040, na altura do município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
O grupo, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ateou fogo em pneus e bloqueou o tráfego na pista sentido Rio de Janeiro. Bombeiros do quartel de Campos Elíseos foram chamados ao local para combater as chamas. Uma equipe da Concer, concessionária responsável pela via, realizou a limpeza do local.
Ainda de acordo com a PRF, a interdição da Rodovia Washington Luiz, na altura do KM 113 e próximo da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), ocorreu das 8h45 às 9h05, e gerou cinco quilômetros de retenção para os motoristas que seguiam das regiões serranas do estado e da Baixada Fluminense rumo à capital. Neste momento, os manifestantes se encontram às margens da rodovia e o tráfego flui sem problemas. Não foram registrados confrontos ou prisões e apreensões no local.
Via O Dia
11/03/2015
sábado, 17 de janeiro de 2015
Beijaço reúne cerca de 1000 pessoas em Nova Iguaçu
O beijaço em protesto a um suposto caso de homofobia reuniu cerca de 1000 pessoas na noite desta sexta-feira (16/01), na Praça do Skate, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, segundo os organizadores. Com cartazes como “Eu beijo homem, beijo mulher, tenho direito de beijar quem eu quiser”, o evento foi pacífico.
Marcado pelas redes sociais, o “Beijaço solidário contra a homofobia” foi uma resposta ao preconceito sofrido por Vinícius Ribeiro, de 20 anos. O estudante de Ciências Sociais conta que teve uma arma apontada para ele após beijar outro homem na boca em frente ao bar Point da Moto, na cidade. Segundo ele, o agressor é pai do dono do estabelecimento.
O filho do suposto agressor, Wilher Junior, disse que um cliente foi até Vinícius para pedir para que ele moderasse o beijo. Ele afirmou que ninguém estava armado. O caso foi registrado na 52ª DP.
Durante o beijaço, grupos LGBTs de toda baixada fluminense foi até a frente do Point da Moto, mas não houve confusão.
O evento reuniu também algumas famílias. Luciana Constantino foi acompanhada do marido e do filho, de 6 anos.
— Não tenho ligação com ninguém aqui, mas vi o evento pela internet e decidi trazer o meu filho. Ele precisa ver que a diversidade é importante e que não podemos ter preconceitos — afirmou.
Via: Jornal Extra
Reeditado: Baixada no ar
VEJA MAIS FOTOS DO EVENTO AQUI!!!!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Terreno enlameado utilizado pela Vila Rica levou moradores para as ruas de Morro Agudo em Nova Iguaçu

NOVA IGUAÇU - Excesso de lama, poeira e buracos na via, essas são as reclamações de moradores da Rua Presidente Vargas e Estrada Luiz Soares, em Morro Agudo, Nova Iguaçu. Apesar de essas ruas serem asfaltadas, elas não permanecem em bom estado por muito tempo, por conta da utilização, de um terreno sem calçamento, ao lado da passarela que passa sobre a linha ferrea, pela empresa de ônibus Vila Rica, que faz ponto final da linha Morro agudo x Pavuna. Para chamar a atenção das autoridades e pedir soluções, moradores do bairro realizaram um protesto na manhã do último domingo, fechando as ruas citadas com pedras, madeiras, pneus e muito fogo. A reivindicação dos moradores, não é contra a empresa de ônibus e muito menos contra a linha, que muito ajuda a população daquela região, mas sim pela melhoria do terreno que é utilizado pela viação.
Com a constante mudança de tempo, o’ vai e vem’ de ônibus no terreno de barro, deixa a Estrada Luiz Soares tomada por lama e posteriormente as casas próximas ficam cobertas de poeira. Uma moradora que não quis se identificar, disse que a presença dos coletivos até beneficia muito a região, que sofria com constantes assaltos por ser deserto. “Nós não queremos tirar a linha de ônibus daqui, queremos acabar com a lama e a poeira que eles trazem para as ruas”, desabafou a moradora, que ainda disse que a solução seria o simples asfaltamento do terreno.
Durante a manifestação que durou duas horas, cerca de 100 moradores impediram a passagem de veículos, principalmente após as chamas tomarem conta de pneus. Com isso, os coletivos da Viação Vila Rica se retiraram e até o fechamento desta edição não haviam voltado para o local de origem. Os moradores temem que a ação saia pela culatra e os prejudiquem com a falta da linha que foi para outro lugar.
Ao ser questionada sobre o assunto, a empresa declarou que o terreno mencionado é de propriedade particular e foi disponibilizado pela Prefeitura de Nova Iguaçu. Por conta disso, de imediato, não há o que a empresa possa fazer. A viação informou ainda que até que a questão seja resolvida, o ponto final está no antigo lugar, na Rua Tomás Fonseca, no mesmo bairro. Segundo o responsável pelo setor de tráfego a situação será resolvida com uma reunião entre a diretoria e a Secretaria de Transporte.
Via Jornal Hora H
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