NOTICIAS SOBRE A BAIXADA.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Coordenadoria de Políticas para Diversidade Sexual de Mesquita participa da 1ª Semana de Integração LGBT


NOVA IGUAÇU - A série de palestras realizadas na UFRRJ Campus Nova Iguaçu - através do GRUPO DIVERSIDADE - tem como 

finalidade conscientizar e sensibilizar os professores para a necessidade e a importância de se levantar a discussão sobre a cidadania e direitos humanos das pessoas LGBTs, pois a informação é única forma de combater a discriminação e a homofobia no ambiente escolar. A Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual de Mesquita teve a honra de levar sua contribuição através da sub Coordenadora, Marisa Justino.

Homofobia na escola: desafio de todos nós

A homofobia é um tipo de preconceito criado e disseminado no dia a dia, constituindo-se como uma categoria do pensamento e do comportamento humano, assim como o racismo, o sexismo etc. Pode se manifestar de várias formas, que vão desde a violência verbal, expressa em comentários pejorativos, piadas, xingamentos, até ações de violência física que podem inclusive levar pessoas à morte.

O ano é de 1994. O cenário, a Semana Cultural de uma escola pública de Ensino Fundamental e Médio. A circunstância: um aluno do primeiro ano do Ensino Médio expõe uma poesia que fala das suas angústias, dúvidas e desejos relacionados à sexualidade. Nesse caso, a descoberta da sua homossexualidade. Para ilustrar essa poesia, ele utiliza um cartaz com a figura de duas mulheres se beijando. No dia seguinte, o seu cartaz contendo a poesia e a figura havia desaparecido.

Naquela época ele não sabia o que era homofobia, nunca tinha ouvido falar, mas sabia que o preconceito e a discriminação haviam passado por aquela sala. Pode ter sido um aluno? Pouco provável, pois na noite em que ficou exposto, provocou a curiosidade de muitos. Pode ter sido alguém da direção escolar ou do corpo docente? Também não se pode afirmar, a dúvida que restou foi: por quê?

Preconceito

De acordo com Daniel Borrilo, a homofobia é um conjunto de normas e comportamentos presentes em nossa cultura, que carregam uma carga negativa e destrutiva e que resultam em um fenômeno de baixa autoestima dos homossexuais devido a toda a carga negativa que aprenderam e assimilaram a respeito. Para o autor, “a homofobia está no cerne do tratamento discriminatório”.

São diversos os atores envolvidos nesse processo de preconceito. Os alunos que discriminam, rotulam, agridem são outros atores importantes. Cabe perguntar: por que o fazem? O que temem? Por que se incomodam tanto com as diferenças? Por outro lado, professores e direções que afirmam na sua escola não haver gays estão se omitindo da responsabilidade de tratar dessa questão.

Nega-se que há gays e lésbicas nas escolas e, não havendo sujeitos, não existe a necessidade de discussão. Na suposição de que realmente não haja gays, lésbicas, travestis nas escolas, ainda assim seria função da educação abordar somente temas que dizem respeito a sua realidade imediata? Falar e aprender sobre diversidade sexual é uma exclusividade somente de gays e lésbicas? Aqui o silêncio age como um dispositivo de preconceito.

O silêncio não ajuda

Na medida em que as pessoas não abordam o tema ou negam-se a falar, estão cada vez mais reforçando práticas discriminatórias e homofóbicas. A invisibilidade com que o tema é tratado, o silêncio da instituição se junta com a violência real dos corredores e dos recreios e faz com que adolescentes e jovens, no momento em que descobrem o desejo por pessoas do mesmo sexo, sintam-se acuados em vivenciar a sua sexualidade e consequentemente tendem a omitir a sua orientação sexual, ficando dentro do armário.

Se a escola ou o(a) professor(a) não aborda o tema, ou quando aborda desqualifica e estigmatiza as expressões homossexuais, não será na escola que jovens gays, lésbicas e travestis encontrarão uma referência para compartilhar suas dúvidas e incertezas e angústias sobre sexualidade.

Também não será no espaço escolar, local onde muitas vezes é motivo de piadas e chacotas dos colegas e não encontra na direção da escola ou no corpo docente um espaço onde ele possa falar sobre a sua sexualidade e vivenciá-la sem o temor de ser julgado.



quarta-feira, 26 de agosto de 2015

DEBATE COM ALUNOS DA IFRJ SOBRE TRANS, FEMINISMO E MOVIMENTO LGBT



MESQUITA - A Coordenadoria de Políticas para Diversidade Sexual de Mesquita recebeu - nessa
tarde de 2ª feira ( 24 / 08 ) - alunos da turma de História da IFRJ. O principal objetivo do encontro foi debater sobre a temática trans, feminismo , movimento LGBT e a importância da CMDS para a promoção da cidadania e direitos humanos dessa população.
“A gente percebe que há uma necessidade de conversar sobre isso, porque ainda são temas tabus e a escola precisa desconstruir os estereótipos”, afirmou um dos participantes.

Um dos itens mais discutidos no encontro foi a discriminação de gênero, principalmente em relação à população trans. É fundamental a reflexão e a argumentação dessas questões tão discriminatórias.
A proposta é de debater o assunto sistematicamente na sala da CMDS e com a inclusão de outros temas como por exemplo,as demandas dos homens trans, a psiquiatrização da transexualidade, nome social, Cirurgia de Transgenitalização, DST / HIV / AIDS, entre outros. Presença das trans Jullyana Barbosa, a Garota X e Bianca.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

SECRETARIA DE GOVERNO / COORDENADORIA LGBT DE MESQUITA NA 15ª CONFERENCIA NACIONAL DE SAUDE.

Neno Ferreira , Coordenador de Diversidade Sexual de Mesquita subordinada a Secretaria de Governo, participara entre os dias 31 de julho e 1 de agosto em Brasília – DF, Seminário Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: a população LGBT na 15ª Conferência Nacional de Saúde.
Esse Seminário tem como objetivo discutir os eixos da 15ª Conferência Nacional de Saúde para construção de propostas para a saúde LGBT e mobilização do movimento social LGBT para apresentação nas etapas estaduais e nacional.

Na foto: Viviane Araujo e Neno Ferreira que também é vice-presidente do Conselho de Segurança Comunitário de Mesquita.


sábado, 21 de fevereiro de 2015

HANSENÍASE TEM CURA

Atriz: Jessika Alves
MESQUITA - É nessa próxima  Segunda Feira  ( 23/02) acontecerá  a campanha de combate a Hanseníase em Mesquita na praça Elizabeth Paixão a partir das 09 horas da manhã, terão vários serviços entre eles busca ativa de hanseníase, encaminhamento para Dermatologia, exame de pele, teatro do Morhan, panfletagem. com organização Coordenação do Programa de Controle da Hanseníase com parcerias da Secretaria de Saúde, Secretaria de Governo e a Coordenadoria de Politicas Publicas para Diversidade Sexual. 

 










PADRINHO DO EVENTO:

modelo: Felipe Fraser.







Ator: Beto Cascardo



















Por: Neno Ferreira
Fotos: Divulgação











terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Coordenadoria da Diversidade Sexual de Mesquita faz homenagem

Neno ferreira e Marisa
A secretaria de governo e a Coordenadoria de Diversidade Sexual de Mesquita vão presta uma homenagem no dia 14 de fevereiro ao sambista Dicró, que se fosse vivo, completaria 69 anos.
O evento será as 18hs, no viaduto que leva o seu nome. Dicró também será homenageado este ano pelo bloco recreativo deixa keto de Mesquita, que tem o enredo em homenagem aos Vascaínos.

Via: Extra

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Mesquita oferece cursos gratuitos

19-01-2015-Oficina-de-artes_site

Oficinas de artesanato irão acontecer três vezes por semana

A secretaria de Governo, por meio da Coordenadoria de Diversidade Sexual, começou a ministrar nesta segunda-feira, dia 19, para moradores do município, oficinas gratuitas de decoupagem em madeira, pintura em louças e customização em tecidos. A ação está em caráter experimental e deve ser ampliada de acordo com a demanda.
Durante o curso, que irá durar cerca de um mês, serão oferecidas noções básicas da técnica escolhida pelo aluno. As aulas irão acontecer às segundas, quartas e sextas-feiras, na sede da coordenadoria, que fica na Rua Ônix 152, no Centro. Não há limite de idade para frequentar as aulas. “Trabalho com decoração de eventos e estas oficinas irão me ajudar muito”, disse Vanessa Aparecida, uma das participantes.
Inicialmente, a atividade conta com 15 pessoas, divididas em três turmas. A ideia é oferecer oportunidade de geração de renda extra de forma simples. “Todo o material é fornecido gratuitamente e os alunos podem levar o que produzirem”, disse Manoel Ferreira, O Neno, coordenador de Diversidade Sexual, frisando que ainda há vagas. “Basta vir à coordenadoria com identidade, comprovante de residência e CPF para se inscrever”, concluiu.
Via: Imprensa PM